Prof. Fernanda MÓDULO l COMUNICAÇÃO Conceitos Não existe uma única atividade humana que não seja afetada, ou que não dependa de alguma forma, da comunicação. Tão relevante é o papel da comunicação humana no mundo moderno, que seu estudo deveria merecer especial atenção. Ocorre, contudo, que a necessidade de estudar as múltiplas formas de comunicação só muito recentemente vem sendo reconhecida. Efetivamente, para que se aprenda a comunicar adequadamente, com clareza e eficiência, toma-se indispensável o conhecimento de algumas noções fundamentais sobre o assunto. A palavra comunicar vem do latim communicare, que significa pôr em comum. Depreende-se daí a essência da palavra comunicar está associada a ideia de convivência, comunidade, relação de grupo, sociedade. Há outros tipos de comunicação além do texto escrito, o discurso ou fala, como o código Morse, a mímica, o desenho, a música, etc. Em qualquer desses códigos, o objetivo é comunica, ou seja, transmitir uma mensagem. A comunicação pode ser: a) pessoal (sensu stricto): ser humano + ser humano b) impessoal (senso lato): ser humano + máquina oral c) verbal escrita Pelo som: "tambor falante", código Morse, outros, Pelo gesto: alfabeto de surdo-mudo, músculo da face, aceno de cabeça e outros Televisão cinema outdoors e outros Elementos da Comunicação Todo ato de comunicação constitui um processo que tem por objetivo a transmissão de uma mensagem e, como todo processo, apresenta alguns elementos fundamentais. São seis os elementos envolvidos no processo de comunicação: Emissor, receptor, Mensagem, Canal, Código e Referente. • Emissor é quem emite a mensagem. • Receptor é quem recebe a mensagem. • Mensagem é o conteúdo das informações transmitidas. • Canal é o meio pelo qual circula a mensagem. • Código é um conjunto organizado de signos que deve ser do conhecimento do emissor e do receptor. • Referente é o objetivo da mensagem. A comunicação pode ser: • Unilateral ► quando há um emissor falando para um receptor, sem que haja reciprocidade. Ex: a simples recepção de uma aula expositiva, ou de um programa de televisão. • Bilateral ► quando o receptor participa do processo da comunicação, tomando-se também um emissor. Há uma alternância de papéis. Linguagem, língua e discurso. Linguagem á a capacidade comunicativa que têm os seres humanos, usando qualquer sistema de sinais significativos, de expressar seus pensamentos, sentimentos e experiências. Desenhos, gestos sons, cores, cheiros, onomatopéias e palavras são algumas formas de linguagem. Segundo Sapir, a linguagem é uma faculdade imensamente antiga da espécie humana e deve ter precedido os elementos mais rudimentares da cultura material. Língua é um sistema de signos, que serve de meio de comunicação entre os membros de uma mesma comunidade; Os signos de uma língua substituem os objetos e os representam. Assim: Signo = Significante = Bola = significação A língua, portanto, é um verdadeiro código social, enriquecido com o passar do tempo e à disposição dos indivíduos para que o usem adequadamente. Discurso é o uso que cada elemento de uma comunidade faz da língua comum, em outras palavras, é a língua no ato, na execução individual. E, como cada indivíduo tem em si um ideal linguístico, procura ele extrair do sistema idiomático de que se serve as formas de enunciado que melhor lhe exprimam o gosto e o pensamento. Essa escolha entre os diversos meio de expressão que lhe oferece o rico repertório de possibilidades que é a língua, denomina-se estilo. Ao fazer essa escolha o indivíduo deixa-se influenciar pelo seu gosto, pela sua personalidade, pela sua cultura, etc. Língua e sociedade A língua é um conjunto de sinais que exprimem ideias, sistema de ações e meio pelo qual uma dada sociedade concebe e expressa o mundo que a cerca, é a utilização social da faculdade da linguagem. Criação da sociedade, não pode ser imutável; ao contrário, tem de viver em perpétua evolução, paralela à do organismo social que a criou. Individualmente, cada pessoa pode utilizar a língua de seu grupo social de uma maneira particular, mas, por mais original e criativa que seja, no entanto sua expressão oral e escrita acaba por estar contida no conjunto mais amplo da língua da sociedade em que vive. A língua não é exatamente um sistema linguistico unitário, pois ela é utilizada por indivíduos que vivem em sociedades diversificadas social, cultural e geograficamente. Variação linguística Em principio, uma língua apresenta, pelo menos três, tipos de diferenças internas: 1°) diferenças no espaço geográfico, ou VARIAÇÕES DIATOPICAS (falares locais e variantes regionais); 2°) diferenças entre as camadas socioculturais, ou VARIAÇÃO DIASTRATICAS (nível culto, língua padrão, nível popular, etc.) 3°) diferença entre os tipos de modalidade expressiva, ou VARIAÇÕES DIAFÁSICAS (língua falada, língua escrita, língua literária, linguagens especiais, linguagem dos homens, linguagem das mulheres, etc). Linguagem oral e linguagem escrita Falar ou escrever também implica profundas diferenças na elaboração dos textos. A tal ponto chegam essas variações que se pode considerar que a língua tem as duas modalidades diferentes: a língua falada e a língua escrita. Essas duas modalidades atendem a necessidades diferentes da nossa vida social, e cada uma delas apresenta características especificas: LINGUAGEM ORAL LINGUAGEM ESCRITA - repetição de palavras - vocabulário rico e variado, emprego de sinônimos - emprego de gíria e neologismos - emprego de termos técnicos - maior uso de onomatopéias -vocábulos eruditos, substantivos abstratos - emprego restrito de certos tempos e -emprego do mais-que-perfeito, aspectos verbais subjuntivo, futuro do pretérito - colocação pronominal livre - colocação pronominal de acordo com a gramática - supressão dos relativos (cujo p.ex.) - emprego de pronomes relativos - frases feitas, chavões - variedade na construção das frases - anacolutos (ruptura de construção) - sintaxe bem elaborada - frases inacabadas - frases bem construídas - formas contraídas, omissão de termos - clareza na redação, sem omissões e no interior das frases ambiguidades - predomínio da coordenação -emprego de coordenação e subordinação Níveis de linguagem • Linguagem culta: pertence às classes intelectuais da sociedade, podendo ocorrer em forma oral, mas empregada com maior frequência em forma escrita. • Linguagem familiar: também pertence às pessoas cultas, mas despe-se de cerimonia e é usada no cotidiano das conversas despretensiosas. Aparece tanto em forma oral quanto em forma escrita. • Linguagem popular: é usada pelas pessoas mais simples da sociedade. De uso quase que exclusivamente oral, é desprovida de qualquer respeito às normas gramaticais, tais como flexão, concordâncias, regência etc. Funções da linguagem A linguagem possui funções nesse processo de comunicação e essa funções dependem do que pretendemos comunicar. 1. Função referencial, denotativa ou informativa — centrada no referente — no conteúdo da mensagem.— Recursos: Frase declarativa, comunicação impessoal e objetiva. Ex.: "Os metalúrgicos se reúnem hoje as 20 horas, no Sindicato de São Bernardo e Diadema para a discussão do novo reajuste salarial." Obs.: O emissor se preocupou em traduzir objetivamente a realidade exterior a ele. 2. Função poética — centrada na mensagem e depende de recursos imaginativos criados pelo autor. — frases de valor artístico, com o predomínio da conotação, figuras de linguagem e musicalidade, sua finalidade é valorizar a forma da linguagem Ex.: "Dona Rosa, Dona Rosa". De que roseira é que vem Que não tem senão espinhos Para quem só lhe quer bem?" Obs.: O emissor quis falar do amor relacionado ao sofrimento. Para transmitir essa mensagem ele trabalhou com as palavras Rosa/espinho e dessa forma ressaltou o significado da mensagem: amor/sofrimento — trabalho de realce da mensagem-» evidencia a função poética. 3. Função emotiva ou expressiva — centraliza no emissor 1a pessoa do singular, tem por finalidade exprimir sentimentos e emoções. —> Recursos Frases exclamativas, comunicação pessoal e subjetiva; uso de interjeições, superlativos, aumentativos, diminutivos, hipérboles, figuras, entonação, etc. Ex.:"Eu entendo que a vida não se resume em trabalhar. Mas tudo é tão caro, os preços sobem tão rapidamente que, quando me vejo, eu estou trabalhando só para poder pagar alimentação, aluguel e roupa. Eu não acho que isso seja viver." Obs.: O emissor traduziu suas opiniões e, mesmo que esteja falando de um fato real, fica explícito que ele quer transmitir sua opinião. 4. Função fática ou de contato — é aquela que tem como objetivo prolongar ou não o contato com o receptor. Tem por finalidade gerar, suscitar, favorecer e facilitar a comunicação. — Recursos: Frase breve, exata, clara, de fácil compreensão. Ex.: "-Alo" -Alo. -Quem fala? -Alo? Não ouço nada. -Quem fala? Você está me ouvindo? -Aqui não fala ninguém, seu brutamontes, por que insiste em usar telefone público?" Obs.: Essa linguagem que tenta estabelecer, manter, prolongar, ou cortar contato revela a função fática. 5. Função apelativa ou conativa — está centrada no receptor, tem por objetivo influir no seu comportamento. - Recursos: frase imperativa, comunicação indutora, convincente, decidida. Ex.: "Consuma aveia como experiência, durante 30 dias." "Emagreça um quilo por semana sem regime e sem dieta". Obs.: O emissor se dirige ao destinatário. Consuma, emagreça. 6. Função metalingüística — é centrada no próprio código, sua finalidade é elucidar e esclarecer o código linguístico — Recursos: Explicações, definições, conceituações. Ex.: "Pela linguagem o indivíduo exprime sua existência, seus sentimentos, suas opiniões, sua maneira de estar no mundo. Expressão e comunicação verbais praticamente não são dissociáveis: falo e escrevo para comunicar algo a alguém mesmo que seja apenas a minha existência como ser falante". Obs.: O emissor explica a linguagem e sua ligação com a personalidade do indivíduo. Composição de textos "Seja como for, todas as realidades e as fantasias só podem tomar forma através da escrita, na qual exterioridade e interioridade, mundo e ego, experiência e fantasia aparecem compostos pela mesma matéria verbal; as visões polimorfas obtidas através dos olhos e da alma encontram-se contidas nas linhas uniformes de caracteres minúsculos e maiúsculos, de pontos, vírgulas, de parênteses; páginas inteiras de sinais alinhados, encostados uns nos outros como grãos de areia, representando o espetáculo variegado do mundo numa superfície sempre igual e sempre diversa, como as dunas impelidas pelo vento do deserto. " (Ítalo Calvino) O texto é uma mensagem: uma passagem falada ou escrita que forma um todo significativo independentemente de sua extensão. Um texto pode ser vazado em diversas formas, consoante a sua finalidade ou funcionalidade. Nunca é demais lembras que uma redação comporta três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Elementos Estruturais do Texto Um texto pode ser analisado a partir de três elementos fundamentais: estrutura, conteúdo e expressão. a) A estrutura compreende: unidade, organicidade e forma. b) O Conteúdo exige coerência e clareza. c) Expressão: refere-se ao domínio do léxico e estrutura da língua. Para se conseguir boa expressão é fundamental a leitura de bons escritores e o manuseio constante, habitual do dicionário. No item Expressão deve-se considerar os seguintes tópicos: criatividade, propriedade, concisão e correção.
DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA PD01
d) não-verbal
PD01 L PORTUGUESA Módulo I
L Portuguesa mat apoio 20/02
Lingua Portuguesa, mat apoio 20/02
“O indivíduo não sabe apenas falar, mas sabe também como os outros falam.”
(J.G.Herculano de Carvalho)
“É muito baixa, embora variável, a percentagem de falantes que em Angola, Moçambique, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe e Guiné tem o Português como primeira língua. Nestes países africanos, existem e coexistem variadas línguas nacionais, exceção feita a Cabo Verde e a S.Tomé e príncipe, onde os respectivos criolous, aliás de base portuguesa, são a única língua nacional em contato com o Português. Em Angola e em Moçambique, grande número das línguas nacionais pertence ao grupo bantu que não só apresentam acentuadas diferenças entre si, como são totalmente distintas da família de línguas românticas de que a língua portuguesa faz parte.”
(MATEUS, Maria Helena Mira et alii. Gramática da língua portuguesa.)
O caráter privado da fala
A língua, como vimos, é um bem público, ou seja, pertence a toda a comunidade de falantes, que podem utilizá-la como meio de comunicação. A utilização que cada indivíduo faz da língua, a fala, por outro lado, possui caráter privado, ou seja, pertence exclusivamente a cada indivíduo que a utiliza. É o aspecto individual da linguagem humana.
Cada um dos quase duzentos milhões de falantes da língua portuguesa apropria-se da língua que fala com animus domini, isto é, com o ânimo de quem se sente dono dela, utilizando-a com todas as prerrogativas que lhe confere o domínio sobre esse bem, dentro de alguns princípios preestabelecidos pela comunidade de falantes.
A dicotomina entre língua e fala permite vereificar que a linguagem humana, ao contrário dos demais bens (que são públicos ou privados), possui, ao mesmo tempo, as características de bem público e privado, de individual e coletivo.
A língua é o lado público e coletivo da linguagem humana, ao passo que a fala é seu lado privado e individual.
Encarada como um bem público, a língua é uma instituição social de caráter abstrato. É instituição porque é uma estrutura decorrente da necessidade de comunicação, com um conjunto de convenções necessárias para permitir o exercício da faculdade da linguagem aos indivíduos. É social porque, sendo exterior aos falantes, pertence à comunidade lingüistica como um todo. É abstrata porque só se realiza através da fala.
“Como institituição social, ela [a língua] não é absolutamente um ato, escapa a qualquer premeditação; é a parte social da linguagem; o indivíduo não pode, sozinho, nem criá-la nem modificá-la. Trata-se essencialmente de um contrato coletivo ao qual temos de submeter-nos em bloco se quisermos comunicar; além disso, este produto social é autônomo, à maneira de um jogo com suas regras, pois só se pode manejá-lo depois de uma aprendizagem.”
(BARTHES, Roland. Elementos de semiologia.)
Por ser um bem privado, a fala é um ato individual: cada falante tem o domínio da língua que fala e, em decorrência disso, pode usá-la como bem lhe aprouver dentro das regras preestabelecidas pelo contrato coletivo ajustado com os demais falantes.
“Mas como se explica tal prestígio da escrita?
1º Primeiramente, a imagem gráfica das palavras nos impressiona como um objeto permanente e sólido, mais adequado do que o som para constituir a unidade da língua através dos tempos. (...)
2º Na maioria dos indivíduos, as impressões visuais são mais nítidas e duradouras que as impressões acústicas; dessarte, eles se apegam, de preferência às primeiras. A imagem gráfica acaba por impor-se à custa do som.
3º A língua literária aumenta ainda mais a importância imerecida da escrita. Possui seus dicionários, suas gramáticas; é conforme o livro e pelo livro que se ensina na escola; a língua aparece regulamentada por um código; ora, tal código é ele próprio uma regra escrita, submetida a um uso rigoroso: a ortografia, e eis o que confere à escrita uma importância primordial. Acabamos por esquecer que aprendemos a falar antes de aprender a escrever, e inverte-se a relação natural.
4º Por fim, quando existe desacordo entre a língua e a ortografia, o debate é sempre difícil de resolver por alguém que não seja o lingüista; mas como este não tem voz em capítulo, a forma escrita tem, quase fatalmente, superioridade; a escrita se arroga, nesse ponto, uma importância a que não tem de direito.”
(SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüistica geral.)
Apesar da grande invasão das imagens no mundo da comunicação, ainda somos uma civilização da escrita. Não é sem razão que, por cautela, fazemos por escrito o registro de negócios importantes, como a venda de um imóvel, por exemplo. Ninguém, em sã consciência, venderia ou compraria um bem de valor confiando tão-somente na palavra dada. Observe ainda que, apesar do avanço dos meios de comunicação eletrônicos, o número de publicações escritas, tais como livros, jornais e revistas, é cada vez maior.
“Mas o que é a língua? Para nós, ela não se confunde com linguagem; é comente uma parte determinada, essencial dela, indubitavelmente. É, ao mesmo tempo, um produto social da faculdade de linguagem e um conjunto de convenções necessárias, adotadas pelo corpo social para permitir o exercício dessa faculdade nos indivíduos.”
(SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüistica geral.)
O caráter público da língua
Dissemos que são considerados bens públicos aqueles de uso comum do povo. Nesse sentido, não há como deixar de considerar a língua como um bem público, já que ela é de uso comum dos que dela se utilizam para atos de comunicação.
A língua é exterior aos indivíduos e, por isso, estes não podem criá-la ou modificá-la individualmente. Ela só existe em decorrência de uma espécie de contrato coletivo que se estabeleceu entre as pessoas e ao qual todos aderiram. A língua portuguesa, por exemplo, pertence a todos aqueles que dela se utilizam.
No caso de línguas como o português, o inglês e o espanhol, só para citar alguns exemplos, esse bem público é veículo de comunicação de pessoas de vários países: são, portanto, línguas multinacionais.
A língua portuguesa é utilizada não somente por brasileiros. Em Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe, Macau e na parte oriental da ilha de Timor, ela também é utilizada como veículo de comunicação. Atualmente, a língua portuguesa também é falada em alguns lugares da América do Norte e da Europa, onde há concentração de emigrantes de língua portuguesa.
O português hoje é falado por cerca de 200 milhões de pessoas, ocupando o quinto lugar entre as línguas mais faladas do mundo.
MóduloI - Metodologia de Ciências Naturais
Professor: Sérgio Luis
Assunto: Eixos temáticos de Ciências Naturais definidos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).
Vida e Ambiente;
Ser Humano e Saúde;
Terra e Universo e;
Tecnologia e Sociedade.
A cada um desses eixos temáticos corresponde uma eleição de conteúdos, articulados com o propósito de atender aos objetivos de Ciências Naturais para o Ensino Fundamental.
Além da discussão sobre a própria articulação dos conteúdos em eixos temáticos, deve-se aprofundar uma reflexão sobre o ensino de Ciências Naturais nos eixos temáticos:
Vida e Ambiente e;
Ser Humano e Saúde.
Assunto: Por que ensinar Ciências Naturais no ensino fundamental: Ciências Naturais e Cidadania e Ciências Naturais e Tecnologia
• “Não é possível pensar na formação de um cidadão crítico a margem do saber científico”
• “Mostrar a ciência como um conhecimento que colabora para a compreensão do mundo e suas transformações, para reconhecer o homem como parte do universo e como indivíduo, é a meta que se propõe para o ensino da área na escola fundamental.”
• O ensino de Ciências naturais pode contribuir para a reconstrução da relação homem-natureza
• O ser humano é um todo dinâmico que interage com seu meio. Os aspectos científicos (biológicos, culturais, sociais e afetivos) fazem parte desta compreensão.
• As exigências sociais por um volume cada vez maior de conhecimento
• A formação da cidadania da criança para sua vida presente e futura
• A compreensão dos novos paradigmas das ciências
• As idéias clássicas são insuficientes é necessária a continua renovação do saber
• A associação entre ciência e desenvolvimento, principalmente neste novo século com a chamada terceira revolução industrial.
• A Ciência e a Tecnologia são atividades humanas fortemente associadas às questões sociais e políticas.
Assunto: Quais são as atribuições do professor de Ciências Naturais?
Dar lugar no ensino para a história das idéias científicas e a histórias das relações humanas;
Orientar o trabalho para o conhecimento de fenômenos naturais;
Relacionar as diferentes óticas destes conhecimentos;
Dar atenção a aspectos afetivos, de valores e atitudes;
Orientar o caminho do aluno criando situações interessantes e significativas para o aprendizado deste;
Selecionar, organizar e problematizar conteúdos de modo a promover um avanço no desenvolvimento intelectual do aluno, na sua construção como ser social;
Interferir adequadamente para que o aluno desenvolva consciência da existência de diferentes sistemas para explicar um mesmo conjunto de fatos e fenômenos;
Apresentar modelos, estimular discussões e comparações para que os alunos cheguem à construção dos procedimentos necessários.
Assunto: Objetivos Gerais de Ciências Naturais para o Ensino Fundamental
Primeiro ciclo:
Devem ser organizados atividades e projetos de Ciências Naturais para que os alunos ganhem progressivamente as seguintes capacidades:
Observar, registrar e comunicar algumas semelhanças e diferenças entre diversos ambientes;
Estabelecer relações entre características e comportamentos dos seres vivos e condições do ambiente em que vivem;
Observar e identificar algumas características do corpo humano e alguns comportamentos nas diferentes fases da vida;
Reconhecer processos e etapas de transformação de materiais em objetos;
Realizar experimentos simples sobre os materiais e objetos do ambiente;
Formular perguntas e suposições sobre o assunto em estudo;
Organizar e registrar informações por meio de desenhos, quadros, esquemas, listas e pequenos textos, sob orientação do professor.
Segundo ciclo
Identificar e compreender as relações entre solo, água e seres vivos nos fenômenos de escoamento de água, erosão e fertilidade dos solos, nos ambientes, urbano e rural;
Caracterizar causas e conseqüências da poluição da água, do ar e do solo;
Compreender o corpo humano como um todo o integrado e a saúde como bem-estar físico,social e psíquico do indivíduo;
Compreender o alimento como fonte de matéria e energia para o crescimento e manutenção do corpo, e a nutrição como conjunto de transformações sofridas pelos alimentos no corpo humano: a digestão, a absorção e o transporte de substâncias e a eliminação de resíduos;
Estabelecer relação entre a falta de asseio corporal, a higiene ambiental e a ocorrência de doenças no homem;
Identificar as defesas naturais e estimuladas (vacinas) do corpo;
Caracterizar o aparelho reprodutor masculino e feminino, e as mudanças no corpo durante a puberdade, respeitando as diferenças individuais do corpo e do comportamento nas várias fases da vida;
Identificar diferentes manifestações de energia — luz, calor, eletricidade e som — e conhecer alguns processos de transformação de energia na natureza e por meio de recursos tecnológicos;
Identificar os processos de captação, distribuição e armazenamento de água e os modos domésticos de tratamento da água — fervura e adição de cloro relacionando-os com as condições necessárias à preservação da saúde;
Compreender a importância dos modos adequados de destinação das águas servidas para a promoção e manutenção da saúde;
Caracterizar materiais recicláveis e processos de tratamento de alguns materiais do lixo — matéria orgânica, papel, plástico, etc.;
Formular perguntas e suposições sobre o assunto em estudo;
Buscar e coletar informações por meio da observação direta e indireta, da experimentação, de entrevistas e visitas, conforme requer o assunto em estudo e sob orientação do professor;
Confrontar as suposições individuais e coletivas com as informações obtidas, respeitando as diferentes opiniões, e reelaborando suas idéias diante das evidências apresentadas;
Organizar e registrar as informações por intermédio de desenhos, quadros, tabelas, esquemas, gráficos, listas, textos e maquetes, de acordo com as exigências do assunto em estudo, sob orientação do professor;
Interpretar as informações por meio do estabelecimento de relações de dependência, de causa e efeito, de seqüência e de forma e função.
Met EaD - Aulas 3 e 4
bom dia. Encaminho texto trabalhado nas aulas da última sexta-feira.
Este trabalho será complementado por nossas discussões nesta semana.
Beijos,
Aracelis
cc. 9 de julho (para compor a pasta de METODOLOGIA EAD)
METODOLOGIA DO ENSINO A DISTÂNCIA – CH: 40h/a –
1º PEDAGOGIA
Profª Aracélis A. César Espinosa e-mail: aracelisespinosa@yahoo.com.br
MÓDULO I
•1. O que é a EaD?
•Desde a antiguidade constatam-se iniciativas de intercambiar informações, de veicular orientações, instruções entre pessoas ou cidades física e geograficamente distantes.
•Tanto na Grécia como, posteriormente, em Roma, as pessoas comunicavam-se através de correspondência (correio), com o intuito de troca de informações sobre o cotidiano privado e/ou da comunidade, transmitindo informações, notícias úteis ao desenvolvimento econômico e social das comunidades.
•No entanto é na modernidade que se manifestarão as primeiras iniciativas de ensinar determinados saberes sem a relação presencial ente o preceptor (professor) e o aprendiz (aluno).
•Mas, o que significa o Ensino a Distância?
•O Ensino à Distância é um sistema tecnológico de comunicação bidirecional, que pode ser massivo e que substitui a interação pessoal, na sala de aula, de professor e aluno, como meio preferencial de ensino, pela ação sistemática e conjunta de diversos recursos didáticos e pelo apoio de uma organização e tutoria que propiciam a aprendizagem independente e flexível dos alunos.
"(García Aretio, L. (1994). educación a distancia hoy. Madrid: UNED)"
•O Ensino à Distância é tipo de método de instrução em que as condutas docentes acontecem a parte das discentes, de tal maneira que a comunicação entre o professor e o aluno se possa realizar mediante textos impressos, por meios eletrônicos, mecânicos ou por outras técnicas. Michael G. Moore
•O Ensino à Distância é um método de transmitir conhecimentos, habilidades e atitudes, racionalizando, mediante a aplicação da divisão do trabalho e de princípios organizacionais, assim como o uso extensivo de meios técnicos, especialmente para o objetivo de reproduzir material de ensino de alta qualidade, o que torna possível instruir um grande número de alunos ao mesmo tempo e no lugar onde quer que vivam. É uma forma industrial de ensinar e aprender. Otto Peters
•Educação à Distância é um sistema baseado no uso seletivo de meios instrucionais, tanto tradicionais quanto inovadores, que promovem o processo de auto-aprendizagem, para obter objetivos educacionais específicos, com um potencial de maior cobertura geográfica que a dos sistemas educativos tradicionais - presenciais. M. L. Ochoa
•Educação à Distância é uma metodologia de ensino em que as tarefas docentes acontecem em um contexto distinto das discentes, de modo que estas são, em relação às primeiras, diferentes no tempo, no espaço ou em ambas as dimensões ao mesmo tempo.
Jaime Sarramona (1991)
Börje Holmberg
•Segundo Börje Holmberg(1981), a característica geral mais importante do estudo a distância era que ele se baseava na comunicação não direta (1981). [Mas hoje com as novas tecnologias, a Internet e a Videoconferência, o estudo a distância também pode estar baseado na comunicação direta]. Segundo este mesmo autor, as características gerais do estudo a distância podem ser agrupadas em seis categorias:
•( 1 ) A base do estudo a distância é normalmente um curso pré-produzido, normalmente impresso, mas também pode ser apresentado por outros meios distintos da palavra escrita, por exemplo, as fitas de áudio ou vídeo, os programas de rádio ou televisão ou os jogos experimentais. [Atualmente, também pode ser oferecido via Videoconferência ou Internet.] O curso deve ser auto-instrutivo, ou seja, ser acessível ao estudo individual, sem o apoio do professor.
( 2 ) A comunicação organizada de ida e volta tem lugar entre os alunos e uma organização de apoio. O meio mais comum utilizado para isso é a palavra escrita, mas o telefone já se converteu em um instrumento de importância na comunicação a distância. [e hoje temos também, como forte aliado nesta comunicação, a Internet, que através do e-mail tem demonstrado grande utilidade]
•( 3 ) A EaD leva em conta o estudo individual, servindo expressamente ao aluno isolado, no estudo que realiza por si mesmo. [Atualmente, o estudo isolado ainda ganha ênfase, mas com as novas tecnologias da comunicação, também tem crescido o número de cursos com propostas de trabalhos cooperativos e colaborativos entre os alunos].
•( 4 ) Dado que o curso produzido é facilmente utilizado por um grande número de alunos e com um mínimo de gastos, a EaD pode ser --- e o é freqüentemente --- uma forma de comunicação massiva.
•( 5 ) Quando se prepara um programa de comunicação massiva, é prático aplicar os métodos do trabalho industrial. Esses métodos incluem: planejamento, procedimentos de racionalização, tais como divisão de trabalho, mecanização, automatização, controle e verificação.
•( 6 ) Os enfoques tecnológicos implicados não impedem que a comunicação pessoal, em forma de diálogo, seja central no estudo a distância. O autor considera que o estudo a distância está organizado como uma forma mediatizada de conversação didática guiada.
Desmond KeeganPara Keegan (1991) são características da educação a distância:
•( 1 ) A separação do professor e do aluno, o que a distingue das aulas face a face;
•( 2 ) A influência de uma organização educacional que a distingue do ensino presencial.
•( 3 ) O uso de meios técnicos geralmente impressos, para unir o professor e aluno, e oferecer o conteúdo educativo do curso.
•( 4 ) O provimento de uma comunicação bidirecional, de modo que o aluno possa beneficiar-se, estabelecendo um diálogo.
•( 5 ) O ensino aos alunos como indivíduos e raramente em grupos, com a possibilidade de encontros ocasionais, com propósitos didáticos e de socialização.
(6 ) A participação em uma forma mais industrializada de educação, baseada na consideração de que a educação a distância se caracteriza por: divisão de trabalho, mecanização, automação, aplicação de princípios organizativos, controle científico, objetividade do ensino, produção massiva, concentração e centralização.
•Para Paulo Freire: “O aluno é o sujeito no processo de aquisição do conhecimento.”
•Hoje vivemos uma verdadeira avalanche de novas possibilidades e oportunidades em EAD.
EAD ALUNO AGENTE ATIVO
Informações: SEED
O Ministério da Educação – MEC, por meio da Secretaria de Educação a Distância – SEED atua como um agente de inovação tecnológica nos processos de ensino e aprendizagem, fomentando a incorporação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e das técnicas de educação a distância aos métodos didático-pedagógicos; promove a pesquisa e o desenvolvimento voltados para a introdução de novos conceitos e práticas nas escolas públicas brasileiras.
•A Secretaria de Educação a Distância – SEED representa a educação a distância e apresenta as novas tecnologias como uma das estratégias para democratizar e elevar o padrão de qualidade da educação brasileira. A Secretaria desenvolve vários programas e projetos, a saber: (vide pps/aulas)
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Exercício: Em grupo, discutir o texto, fazer anotações e abertura de discussões.
Práticas de Ensino: área de conhecimento: Ciências Naturais
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Práticas de Ensino IV; área de conhecimento: Ciências Naturais
Carga horária semanal: 2
Ano: 2008
Turma: PD05
Carga horária total: 40
Corpo docente: Patrícia Salvador Segura
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Práticas de Ensino IV: área de conhecimento: Ciências Naturais
Descrição: Práticas de Ensino IV; área de conhecimento: Ciências Naturais
Tendências e Pesquisas sobre o ensino de Ciências. Posturas e Práticas do Professor de Ciências. Estratégias e Recursos Didáticos para a Prática de Ciências nas áreas iniciais do ensino Fundamental.
Objetivos específicos
Fazer uma reflexão acerca das Ciências Naturais e suas repercussões sociais.
Analisar as práticas de ensino de Ciências frente à sociedade tecnológica.
Conteúdos de plano de ensino
As áreas das Ciências Naturais: Astronomia, Biologia, Física, Geociências e Química.
Blocos temáticos propostos para o Ensino Fundamental
Banalização do conhecimento científico
Elaboração de Projetos
Metodologia
Aula expositiva dialogada, pequenos grupos, debate, seminário, vídeos, apresentações de pesquisas em grupos, elaboração de planos de aulas, simulação de aulas, dinâmicas.
Recursos didáticos
Quadro negro
DVDs
Datashow
TV
Artigos
Avaliação
Avaliação escrita, trabalhos, seminários solicitados pelo professor,
Avaliação Integradora (institucional)
Referência bibliográfica básica
ASTOLFI, Jean Pierre. A Didática das Ciências. 4 ed. Campinas: Papirus, 1995.
BARREIRO, IRAIDE M. GEHAN. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. 1 ed. 2006, Avercamp
Referência bibliográfica complementar
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ensino de 1ª a 4ª séries. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ensino de 5ª a 8ª séries. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ensino de Ensino Médio. Brasília: MEC/SEF, 1999.
Iguape, 28 de janeiro de 2008
Planejamento e Avaliação
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Planejamento e Avaliação
Carga horária semanal: 4
Ano: 2008
Turma: PD05
Carga horária total: 80
Corpo docente: Maria Aparecida de Aguiar da Silva
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Planejamento e Avaliação
Descrição: Planejamento e Avaliação
EMENTA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Fazer com que os alunos possam verificar o real sentido do planejamento, utilizando de maneira sucinta e prazerosa;
Mostrar que o planejar é importante para a melhoria na qualidade do ensino;
Verificar as possíveis alterações que podem ser feitos para que se tenha um planejamento que realmente funcione.
CONTEÚDOS DE PLANO DE ENSINO
Planejamento em questão;
Re-significando a prática do Planejamento;
O Planejamento como necessidade do Educador;
Projeto de Ensino – Aprendizagem;
Projeto político – pedagógico;
Avaliação, conceitos e princípios;
A construção do projeto de Avaliação;
Técnicas e Instrumentos de Avaliação;
Características de um bom instrumento de medida;
Avaliação de Disciplinas.
Avaliação de Currículos e Programas.
Acompanhamento e Avaliação de Alunos
Avaliação de Produto.
Avaliação Docente e do Ensino.
Avaliação Institucional.
Observação e seu registro
Auto – Avaliação.
Projeto : “ Planejar e executar ”
Projeto :” Avaliando saberes “
METODOLOGIA
1 aula de fundamentação teórica com suporte de textos ou explicação oral do professor
1 aula de vídeo, debates sobre o tema e elaboração de síntese
1 aula de práticas e/ou orientações para trabalhos com alunos ou elaboração de materiais
1 aula de debates e troca de experiências sobre material aplicado
Através de aulas expositivas para comentar a teoria básica necessária ao desenvolvimento do conteúdo da disciplina; vide suporte; leitura de textos retirados de livros, revistas ou jornais como suporte para as atividades de leitura e produção de textos; trabalhos individuais, trabalhos em duplas, trios e/ou grupos cooperativos. Seminários a partir de temas previamente selecionados. Pesquisas sobre temas relacionados à disciplina e ao Curso.
Debates envolvendo temas polêmicos da atualidade com a finalidade de desenvolver a competência para argumentar, formular opiniões bem fundamentadas e desenvolver a expressão oral; leitura e apresentação dos autores indicados; atividades extra-classe de aplicação da teoria.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro
DVDs
CDS
Data show
TV
Artigos de jornais e revistas
Sala de Informática
Biblioteca
Notebook
Microfone
AVALIAÇÃO
Avaliação mensal
Avaliação integradora
Seminários
Leitura de livros indicados e de textos suporte
Apresentação/entrega da pasta/compendio das atividades, resenhas, aplicações práticas e conteúdos abordados no semestre – zero a 10.
Participação do aluno nos debates/seminários, participação em atividades de aulas, participação em tarefas indicadas para aplicação em alunos, assiduidade (as pontuações serão estabelecidas de acordo com a complexidade do trabalho e, se individual ou em pequenos grupos e informada com antecedência).
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BÁSICA
HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do Processo Ensino – Aprendizagem. São Paulo, Ática, 2001.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mito & Desafios (uma perspectiva construtivista). 32ª ed. Porto Alegre, Mediação, 2003.
LUCKESI, Cipriano Carlos - Avaliação da Aprendizagem Escolar – 8 ED – São Paulo: Cortez, 1998
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA COMPLEMENTAR
Verificação ou avaliação: o que pratica a escola? In: Série Idéias nº. 8, A construção do projeto de ensino e a avaliação. 3ª ed. São Paulo: FDE, 1998.
NEWTON, César Balzan - José Dias Sobrinho (orgs) – Avaliação Institucional, Teoria e Experiência – São Paulo: Cortez, 1995.
VASCONCELLOS, Celso. – Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico, Libertad, São Paulo, 1995.
Iguape, 28 de janeiro de 2008
Metodologia do Ensino: área de conhecimento: Ciências Naturais
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Metodologia do Ensino IV; área de conhecimento: Ciências Naturais
Carga horária semanal: 4
Ano: 2008
Turma: PD05
Carga horária total: 80
Corpo docente: Sérgio Luis da Silva
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Metodologia do Ensino IV; área de conhecimento: Ciências Naturais
Descrição: Metodologia do Ensino IV; área de conhecimento: Ciências Naturais
Ementa
Objetivos específicos
Promover uma reflexão crítica com relação às diferentes metodologias utilizadas no ensino de Ciências Naturais e suas repercussões sociais.
Analisar as práticas de ensino de Ciências frente à sociedade tecnológica.
Resgatar a temática ambiental como forma de revisão de posturas e concepções.
Conduzir o professor/pedagoga à uma análise reflexiva na gestão pedagógica.
Conteúdos de plano de ensino
Visão histórica do ensino de Ciências Naturais
As Ciências e a Legislação educacional
Tendências educacionais no ensino de Ciências Naturais
Competências docentes no ensino de Ciências
Competências discentes na aprendizagem das Ciências
O professor reflexivo frente à uma prática diferenciada
Por que ensinar Ciências no Ensino Fundamental?
Proposta Curricular para o ensino de Ciências
Metodologia
Aula expositiva dialogada, pequenos grupos, debate, seminário, vídeos, apresentações de pesquisas em grupos, elaboração de planos de aulas, simulação de aulas, dinâmicas.
Recursos didáticos
Quadro negro
DVDs
Datashow
TV
Artigos
Avaliação
Avaliação escrita, trabalhos, seminários solicitados pelo professor,
Avaliação Integradora (institucional)
Referência bibliográfica básica
ASTOLFI, Jean Pierre. A Didática das Ciências. 4 ed. Campinas: Papirus, 1995.
Referência bibliográfica complementar
BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino de Ciências Naturais. nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. V. 4
BRASIL, Apresentação dos Temas Transversais e Ética. V. 8
BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais . Temas Transversais: Meio Ambiente e Saúde. V. 10
BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais . Temas Transversais: Pluralidade Cultural e Orientação Sexual. V. 9
Iguape, 28 de janeiro de 2008
Escola, Família e Comunidade
PLANO DE ENSINO
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Escola, Família e Comunidade
Carga horária semanal: 02
Ano: 2008
Turma: PD05
Carga horária total: 40
Corpo docente: ANDRÉ SIVIERO
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Escola, Família e Comunidade
Descrição: Escola, Família e Comunidade
As funções sociais da escola e suas relações com as famílias dos educandos. Forma de participação da comunidade no âmbito escolar. Parcerias escola/família/comunidade. Ações colaborativas e educacionais.
Objetivos específicos
Identificar um modelo de família/comunidade tradicional;
Mostrar como é o funcionamento de uma escola;
Priorizar a interação entre a escola/família/comunidade;
Proporcionar formas de inclusão social para atrair pais e comunidade para dentro da escola;
Elaborar projetos sociais comunitários.
Conteúdos de plano de ensino
Módulo I
O Estado e a Política Educacional
Constituição Federal de 1988
Estatuto da Criança de do Adolescente
Módulo II
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Função da Escola
A escola na era da tecnologia
Módulo III
A Inclusão Social na Legislação
Educação e família
O principio sócio comunitário
Módulo IV
O Exercício da cidadania os valores familiares e sociais
Relação Escola/família e comunidade
Relações entre família e escola e suas implicações
Metodologia
Aulas dialogadas; trabalhos individuais e em grupo; estudos de casos; leitura e interpretação de textos; seminários;
Recursos didáticos
Quadro negro
DVDs
Datashow
TV
Artigos
Avaliação
Avaliação escrita, trabalhos individuais e em grupos, seminários solicitados pelo professor
Avaliação Integradora (institucional)
Referência bibliográfica básica
ARIES, Philipe. História Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro: LTC, 1991.
CECCON, Cláudio. A vida na Escola e a escola da Vida. Petrópolis. Ed. Vozes, 1990/1982.
BRASIL. Estatuto da Criança de do Adolescente. Lei nº 8069/90: 45 anos da Declaração dos Direitos da Criança. MEC. Brasília. 2004
MELLO, Guiomar Nano de. Cidadania e Competitividade, 1ª Ed. Editora Cortez, São Paulo,
Referência bibliográfica complementar
RUBEM, Alves. Cenas da vida, 10ª Ed., Editora Papirus, São Paulo 2004.
RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência, 5ª Ed., Editora Cortez, São Paulo, 1997.
CECCON, Claudius; OLIVEIRA. A Vida na escola e a escola da vida, 35ª Ed., Editora Vozes, São Paulo, 2001.
AZEVEDO, José Clóvis de. Escola Cidadã: desafios, diálogos e travessias, 1ª Ed., Editora Vozes, São Paulo, 2000.
Iguape, 28 de janeiro de 2008
Educação de Jovens e Adultos
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Educação de Jovens e Adultos
Carga horária semanal: 4
Ano: 2008
Turma: PD05
Carga horária total: 80
Corpo docente: CYBELI MARIA LEITE DE MELLO VIANNA
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Educação de Jovens e Adultos
Descrição: Educação de Jovens e Adultos
Ementa
Objetivos específicos
Refletir as experiências de aprendizagem vivenciadas ao longo do processo de formação.
Investigar e discutir questões relativas ao processo de aquisição e desenvolvimento da língua materna oral e principalmente escrita, enfocando a alfabetização de jovens e adultos, como problema de especial importância para sociedade brasileira.
Estudar a evolução conceitual da alfabetização de adultos, considerando os aspectos históricos, políticos, psicológicos e metodológicos ressaltando suas implicações na prática docente.
Compreender as significações e as representações sociais do analfabetismo dos adultos
Conhecer propostas de programa de alfabetização de adultos, considerando os aspectos de interação e de divergências ideológicas, metodológicas etc.
Analisar a formação do alfabetizador de adultos ressaltando a sua relevância para a educação em geral.
Conteúdos de plano de ensino
Refletindo sobre os sujeitos da Educação de Jovens e Adultos
Legislação do EJA
As Práticas Educativas na Educação de Jovens e Adultos
Método Paulo Freire
Uma reflexão para a prática educativa em Paulo Freire
Alfabetização de Jovens e Adultos: questões fundamentais da prática pedagógica
Analfabetos na sociedade letrada: diferenças culturais e modos de pensamento
Por uma nova Educação de jovens e adultos
Alfabetização e cultura escrita
Proposta curricular
Metodologia
Aula expositiva dialogada, pequenos grupos, debate, seminário, vídeos, apresentações de pesquisas em grupos, elaboração de planos de aulas, simulação de aulas, dinâmicas.
Recursos didáticos
Quadro negro
DVDs
Datashow
TV
Artigos
Avaliação
Avaliação escrita, trabalhos, seminários solicitados pelo professor,
Avaliação Integradora (institucional)
Referência bibliográfica básica
BRANDÂO, Carlos Rodrigues. O que é método Paulo Freire. São Paulo: Brasiliense, 1981. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental, Parâmetros Curriculares Nacionais. SEF, Brasília: MEC/SEF, 1997, v.1, 8 e 10.
BRASIL. MEC- Proposta Curricular – Educação de Jovens e Adultos – Ensino Fundamental, Brasília: SEF, 2001.
FREIRE, Paulo. A Importância do ato de ler. São Paulo: Cortez, 2003.
Referência bibliográfica complementar
BARBOSA, Jose J. Alfabetização e leitura. 2ª ed. São Paulo, Cortez, 1990. FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. 24ª ed. São Paulo, Cortez, 2001.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Salto para o Futuro: Educação de Jovens e Adultos. Brasília: Secretaria de Estado da Educação, 1999.
Iguape, 28 de janeiro de 2008
Pesquisa Educacional e Estatística Aplicada
PLANO DE ENSINO
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Pesquisa Educacional e Estatística Aplicada
Carga horária semanal: 2
Ano: 2008
Turma: PD05
Carga horária total: 40
Corpo docente: ANDRÉ SIVIERO
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Pesquisa Educacional e Estatística Aplicada
Descrição: Pesquisa Educacional e Estatística Aplicada
Pesquisa educacional através de método estatístico e de amostragem, tabelas e gráficos, distribuição de freqüências, gráficos de uma distribuição, gráficos de freqüência, relatório de uma pesquisa.
Objetivos específicos
Reconhecer os fundamentos básicos do Planejamento de uma pesquisa com levantamento de dados;
Utilizar de forma adequada as principais técnicas de amostragem;
Resumir dados utilizados, técnicas de análise exploratória e descritiva;
Analisar a associação entre variáveis utilizando testes de hipóteses;
Aplicar as técnicas estatísticas de descrição e inferência no trabalho realizado na disciplina, elaborando o relatório final da pesquisa.
Conteúdos de plano de ensino
Módulo I - CONCEITOS BÁSICOS
Objeto da Estatística
Noções de Universo Estatístico - Amostra - Inferência
Os estágios de uma pesquisa
Métodos de Amostragem
Módulo II - APRESENTAÇÃO DE DADOS
A Distribuição de Freqüências
Comparação das distribuições
Os diferentes gráficos estatísticos
Módulo III - MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL
Cálculo da moda para dados agrupados e não agrupados
Cálculo da média para dados agrupados e não agrupados
Cálculo da Mediana e das Separatrizes
Interpretação da Assimetria pelas medidas de tendência central
Módulo IV - MEDIDAS DE DISPERSÃO
Cálculo dos desvios: Médio e Padrão
Estudo das normalidades
Vantagens e desvantagens de cada medida
Metodologia
Aulas dialogadas; trabalhos individuais e em grupo; estudos de casos; leitura e interpretação de textos; seminários;
Recursos didáticos
Quadro negro
DVDs
Datashow
TV
Artigos
Avaliação
Avaliação escrita, trabalhos individuais e em grupos, seminários solicitados pelo professor
Avaliação Integradora (institucional)
Referência bibliográfica básica
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. 18ª Ed. São Paulo. Ed. Saraiva. 2002
MARTINS, Gilberto de Andrade, Denis Donaire. Princípios de Estatística. 4ª Ed. São Paulo. Ed. Atlas. 1979.
COSTA NETO, Pedro Luís de Oliveira. Estatística. 16ª Ed. São Paulo. Ed. Edgard Blücher. 1977.
Referência bibliográfica complementar
GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisas. 4ª Ed. São Paulo. Ed. Atlas. 2002.
Iguape, 28 de Janeiro de 2008
Literatura na Educação Básica
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Literatura na Educação Básica
Carga horária semanal: 2
Ano: 2008
Turma: PD05
Carga horária total: 40
Corpo docente: Aracélis Aparecida César Espinosa
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Literatura na Educação Básica
Descrição: Literatura na Educação Básica
Leitura e cultura. Importância social da literatura. O que é literatura infantil. Literatura Infantil em vogal. Literatura nos primeiros anos. Livros e autores. Formando crianças leitoras. A leitura na escola e a literatura infantil.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Compreender a importância da literatura no processo de aprendizagem na educação infantil e ensino fundamental.
Abordar historicamente a literatura infantil.
Caracterizar e fundamentar a literatura infantil.
Discutir em uma perspectiva integradora o trabalho com a literatura infantil na escola.
Analisar e estudar os livros clássicos e modernos.
Estabelecer uma relação entre a literatura infantil e a prática pedagógica do professor.
Oferecer subsídios aos futuros profissionais na área de educação para trabalhar com a literatura infantil como um recurso facilitador no processo de desenvolvimento do aprendizado das crianças e adolescentes.
PROGRAMA DA DISCIPLINA:
O que é literatura infantil?
Origem da Literatura Infantil
A importância social da literatura.
As histórias infantis como forma de consciência do mundo.
Literatura nos primeiros anos
Histórias para crianças
Faixa etária
Áreas de interesse
Materiais e livros
A leitura na escola e a literatura infantil.
Organização e uso da biblioteca escolar e das salas de leitura
Biblioteca escolar. Para que? Como utilizá-la?
Reflexão sobre a organização e os usos da biblioteca e das salas de leitura.
Livros grossos ou finos? Com figuras ou sem figuras? Que tal ouvirmos a opinião do leitor?
E as escolas que não possuem biblioteca?
Os suportes dos textos na formação do leitor
A ilustração dos livros infanto-juvenis
Atividades de leitura
Leitura: uma prática social na escola
E na sala de aula, como ficam a leitura e a escrita?
O acesso ao acervo e o papel do professor
Situações de leitura.
Lendo histórias infantis em sala de aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BETTELHEIN, Bruno. A psicanálise dos contos de Fadas. 21 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.
CADERMATORI, Ligia. O que é literatura infantil. 6 ed. São Paulo: Brasiliense, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JOLIBERT, Josette. Formando Crianças Leitoras. Porto alegre: ArtMed, 1994.
ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 11 ed. São Paulo: Global Editora Ltda., 2006.
ESTRATÉGIAS:
Aula expositiva; textos complementares; obras complementares; dinâmicas; trabalho em grupo; pesquisa; vídeo, retro-projetor., data-show, confecção de material, participação no projeto de incentivo a leitura.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
Contínua, ao final de cada tópico abordado, valendo-se de diferentes instrumentos, sejam: seminários, avaliações escritas individuais e apresentações de tópicos indicados e sob orientação docente. AVALIAÇÃO MENSAL.
Trabalhos em grupo de elaboração de livros infantis e apresentação
Participação no projeto de incentivo a leitura
AVALIAÇÃO INTEGRADORA
Participação no projeto de incentivo a leitura
Trabalhos em grupo de elaboração de livros infantis, apresentação e exposição.
Projeto: “ Eu leio, tu lês, nós...construímos nossa história”.
Iguape, 28 de janeiro de 2008
Práticas de Ensino: área de conhecimento: LP
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Práticas de Ensino I; área de conhecimento: Língua Portuguesa
Carga horária semanal: 2
Ano: 2008
Turma: PD03
Carga horária total: 40
Corpo docente: Patrícia Salvador Segura
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Práticas de Ensino I: área de conhecimento: Língua Portuguesa
Descrição: Práticas de Ensino I: área de conhecimento: Língua Portuguesa
Primeiro passo no processo de inserção e integração gradativa do aluno no contexto e realidade do espaço educativo. Importância e função da disciplina para a formação do docente. Análise, reflexão e elaboração de projetos de ensino de Língua Portuguesa para classes da Educação Básica.
Objetivos específicos
Ampliar os conhecimentos do professor e subsidiar as reflexões e a prática do docente em sala de aula, a cerca do trabalho com diferentes tipologias textuais e diversidade cultural.
Elaborar práticas pertinentes à realidade local e global;
Permitir o acesso a grande variedade de textos;
Fornecer subsídio para o trabalho com leitura de imagens;
Explorar as diferentes formas de leitura e escrita contidas na prática de sala de aula;
Criar ambiente favorável para criação livre.
Conteúdos de plano de ensino
Produção Textual
Escolha de histórias
Confecção de personagens
Confecção de cenários
Narração da história para organizar idéias
Fantoches
Produção coletiva
Reescrita a partir de cantigas de roda
Brincadeiras folclóricas
Análise de textos
Metodologia
Aulas práticas com confecção de material
Aula expositiva
Recursos didáticos
Quadro negro
DVDs
Datashow
TV
Artigos
Diversos (sucatas)
Avaliação
Avaliação escrita, trabalhos, seminários solicitados pelo professor,
Avaliação Integradora (institucional)
Referência bibliográfica básica
SOARES, Magda Becker. Letramento: um tema em três gêneros. 1 ed. 1998. Autêntica.
SMOLKA, A. L. e GOES, C. A Linguagem e o Outro no Espaço Escolar. Vygotsky. e a Construção do Conhecimento. Campinas: Papirus, 1993.
OPAN - OPERAÇÃO ANCHIETA. A conquista da escrita. 1 ed. Iluminuras.
FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. 24 ed. 1996, São Paulo: Cortez.
Referência bibliográfica complementar
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ensino de 1ª a 4ª séries. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ensino de 5ª a 8ª séries. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEC/SEF, 1999.
Iguape, 28 de janeiro de 2008
Fundamentos Filosóficos da Educação
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Fundamentos Filosóficos da Educação
Carga horária semanal: 4
Ano: 2008
Turma: PD03
Carga horária total:80
Corpo docente: CYBELI MARIA LEITE DE MELLO VIANNA
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Fundamentos Filosóficos da Educação
Descrição: Fundamentos Filosóficos da Educação
Estudo da Filosofia tendo como objeto a educação, considerando os temas: cultura, trabalho, ciência e valores a partir da realidade brasileira. Caracterização da reflexão e da prática filosófica. Grandes temas e questões que mais diretamente incidem sobre o educacional: cultura, valores, experiências institucionais; método e conteúdo em educação.
Objetivos específicos
Conhecer a origem da Filosofia
Suscitar o entendimento do que venha a ser Filosofia da Educação;
Possibilitar a apropriação integrada dos fatores sócio-educacionais, implicados na formação da individualidade humana, mundo do trabalho e sociabilidade.
Desenvolver seu projeto político-pedagógico (fundamentar, teoricamente, sua crença e visão educacional e pedagógica).
Conteúdos de plano de ensino
Origem da Filosofia
Para que Filosofia?
O que a Filosofia pode fazer pela educação
A reflexão filosófica na educação
A relação entre filosofia e educação
Uma reflexão para a prática educativa em Paulo Freire
O pensar e a educação
O papel do diálogo na prática da filosofia em sala de aula
Metodologia
Aula expositiva dialogada, pequenos grupos, debate, seminário, vídeos, apresentações de pesquisas em grupos, elaboração de planos de aulas, simulação de aulas,dinâmicas.
Recursos didáticos
Quadro negro
DVDs
Datashow
TV
Artigos
Avaliação
Avaliação escrita, trabalhos, seminários solicitados pelo professor,
Avaliação Integradora (institucional)
Referência bibliográfica básica
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da Educação. São Paulo, Edusp.
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13ª Ed. São Paulo, Ática, 2003.
Referência bibliográfica complementar
MORENTE, Manoel Garcia. Fundamentos de Filosofia. São Paulo, Mestre Jou
Iguape, 28 de janeiro de 2008
História da Educação
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: História da Educação
Carga horária semanal: 4
Ano: 2008
Turma: PD03
Carga horária total: 80
Corpo docente: Maria Aparecida de Aguiar da Silva
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: História da Educação
Descrição: História da Educação
A natureza do processo educacional: o processo de desenvolvimento humano através da história; o papel da educação nos diversos modelos, abordagens e teorias desenvolvidas nas diversas experiências sociais e culturais humanas; as concepções de educação clássicas: grega e romana; os princípios de educação cristã medieval.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Fazer com que os alunos possam verificar o real sentido do estudo de História da Educação, utilizando de maneira sucinta e prazerosa;
Mostrar que a História da Educação é importante para a melhoria na qualidade do ensino, buscando um paralelo entre a sociedade atual e a contemporânea.
Verificar as possíveis alterações que podem ser feitos para que se tenha uma aprendizagem de qualidade, enfatizando aos nossos alunos a real historia a ser contada e refletida.
CONTEÚDOS DE PLANO DE ENSINO
A importância da Historia da Educação;
Sociedades Tribais;
Antiguidade Oriental: Educação tradicionalista;
Antiguidade Grega: A Paidéia;
Antiguidade Romana: A Humanita
Idade Média: A formação do Homem de fé;
Renascimento: Humanismo e Reforma;
Idade Moderna: Pedagogia realista;
Século das Luzes
Educação Nacional;
Século XX – Educação para a democracia;
METODOLOGIA
O curso será desenvolvido com a utilização da seguinte metodologia:
1 aula de fundamentação teórica com suporte de textos ou explicação oral do professor
1 aula de vídeo, debates sobre o tema e elaboração de síntese
1 aula de práticas e/ou orientações para trabalhos com alunos ou elaboração de materiais
1 aula de debates e troca de experiências sobre material aplicado
Através de aulas expositivas para comentar a teoria básica necessária ao desenvolvimento do conteúdo da disciplina; vide suporte; leitura de textos retirados de livros, revistas ou jornais como suporte para as atividades de leitura e produção de textos; trabalhos individuais, trabalhos em duplas, trios e/ou grupos cooperativos. Seminários a partir de temas previamente selecionados. Pesquisas sobre temas relacionados à disciplina e ao Curso.
Debates envolvendo temas polêmicos da atualidade com a finalidade de desenvolver a competência para argumentar, formular opiniões bem fundamentadas e desenvolver a expressão oral; leitura e apresentação dos autores indicados; atividades extra-classe de aplicação da teoria.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro
DVDs
CDS
Data show
TV
Artigos de jornais e revistas
Sala de Informática
Biblioteca
Notebook
Microfone
AVALIAÇÃO
Avaliação mensal
Avaliação integradora
Seminários
Leitura de livros indicados e de textos suporte
Apresentação/entrega da pasta/compendio das atividades, resenhas, aplicações práticas e conteúdos abordados no semestre – zero a 10.
Participação do aluno nos debates/seminários, participação em atividades de aulas, participação em tarefas indicadas para aplicação em alunos, assiduidade (as pontuações serão estabelecidas de acordo com a complexidade do trabalho e, se individual ou em pequenos grupos e informada com antecedência).
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BÁSICA
ARANHA, Maria L. de Arruda. História da Educação e da Pedagogia - Geral e Brasil. 3 ed. 2006, Editora Moderna.
RIBEIRO, Maria Luisa Santos. História da educação brasileira: a organização escolar. 17 ed., 2001, Autores Associados.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA COMPLEMENTAR
GADOTTI, Moacir. Pensamento Pedagógico Brasileiro. 8 ed., São Paulo: Ática, 2004.
Iguape, 28 de janeiro de 20008
Políticas e Organização da Educação Básica II
PLANO DE ENSINO
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Políticas e a Organização da Educação Básica II
Carga horária semanal: 02
Ano: 2008
Turma: PD03
Carga horária total: 40
Corpo docente: ANDRÉ SIVIERO
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Políticas e a Organização da Educação Básica II
Descrição: Políticas e a Organização da Educação Básica II
A estrutura e o funcionamento da educação básica e do ensino superior no Brasil; impasses e perspectivas das atuais políticas em relação e educação brasileira; financiamento da educação básica no Brasil; o banco central e a política educacional; financiamentos do banco mundial na educação brasileira; fundos da educação (FUNDEF e FUNDEB)
Refletir sobre as diversas trajetórias na atual estrutura organizacional da Educação Básica e do Ensino Superior;
Fundamentar os instrumentos da legislação da Educação Básica e Ensino Superior;
Proporcionar uma reflexão sobre as condições existentes no financiamento da educação no Brasil
Legislação educacional - Constituição Federal / Educação;
Sistema de Ensino;
A nova LDB e as necessidades educativas especiais;
A participação das instâncias políticas do Estado na Educação;
A reforma do Ensino Superior no campo da formação dos profissionais da educação básica;
As políticas educacionais e o movimento dos educadores;
Ajustes Financeiros decorrentes do art. 47 da Medida Provisória n.º 339, de 28/12/2006;
Financiamento da educação no Brasil
Transgressão e Mudança na Educação;
As políticas e gestão da educação básica no Brasil e o direito à educação;
Perfil do Profissional do Ensino no Novo Milênio
Aulas dialogadas; trabalhos individuais e em grupo; estudos de casos; leitura e interpretação de textos; seminários;
Recursos didáticos
Quadro negro
DVDs
Datashow
TV
Artigos
Avaliação
Avaliação escrita, trabalhos individuais e em grupos, seminários solicitados pelo professor
Avaliação Integradora (institucional)
Referência bibliográfica básica
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBN 9394/96, Brasília, 1996.
BRASIL. Parecer CNE/CEB nº 4/98 Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental, Brasília: MEC/SEF, 1998.
CURY, Carlos R. Jamil. Legislação educacional brasileira. 2 ed. DP&A, 2002
NEVES, L.M.W. Educação e Política no Brasil hoje. São Paulo, Ed. Cortez, 1999.
SOUZA, P.N.P. Como Entender e Aplicar a Nova LDB, São Paulo, Ed. Pioneira, 1997.
Referência bibliográfica complementar
FAVERO, Osmar. A educação nas constituintes brasileiras, 1ª Ed. Editora Associados. São Paulo.
FAORO, Raimundo. Os donos do poder, 3ª Ed. Editora Globo, Rio de Janeiro, 2001.
LIBANEO, José Carlos. Democratização da Escola Pública, 15ª Ed. Editora Loyola, São Paulo, 1998.
Iguape, 28 de janeiro de 2008
Metodologia do Ensino: área de conhecimento: LP
Plano de Ensino
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Metodologia do Ensino I: área de conhecimento: Língua Portuguesa
Carga horária semanal: 4
Ano: 2008
Turma: PD03
Carga horária total: 80
Corpo docente: Aracélis Aparecida César Espinosa
Coordenador (a): PATRÍCIA SALVADOR SEGURA
Título: Metodologia do Ensino I: área de conhecimento: Língua Portuguesa
Descrição: Metodologia do Ensino I: área de conhecimento: Língua Portuguesa
O ensino da Língua Portuguesa no Ensino Fundamental: situação, realidade problemática. Concepção de linguagem e ensino de português. Intervenção gradativa no conteúdo básico da língua portuguesa relacionada ao ensino fundamental tendo por base a pesquisa e a produção de conhecimentos sobre as alternativas metodológicas mais condizentes com o nível de desenvolvimento, aprendizagem e abstração dos alunos. Análise crítica e criteriosa dos parâmetros curriculares nacionais da Educação Básica – e da proposta curricular de Língua Portuguesa para os Anos Iniciais do ensino fundamental.
Aspectos de organização morfossintática e de semântica da Língua Portuguesa. Leitura e Produção de textos.
Reconhecer como as diferentes concepções de linguagem afetam o ensino da Língua Portuguesa.
Enumerar objetivos para o ensino de Língua Portuguesa, a partir das Propostas Oficiais.
Reconhecer que há um discurso pedagógico e identificar os modos como se distribuem os espaços do professor e do aluno em sala de aula.
Estabelecer objetivos para o trabalho com a oralidade, bem como os aspectos a serem desenvolvidos.
Discutir sobre o papel da Literatura no ensino de Língua Portuguesa.
Analisar e discutir conteúdos, objetivos e estratégias para a prática da leitura e da produção de textos nos Ensinos Fundamental e Médio.
Reconhecer quais os gêneros discursivos que são abordados no ensino de Língua Portuguesa e propor novas possibilidades.
Discutir sobre o papel da gramática no ensino de língua materna.
Discutir sobre a importância do planejamento no ensino de Língua Portuguesa e elaborar planos de aula.
Enumerar técnicas e estratégias para o ensino da Língua Portuguesa.
Definir critérios de avaliação nas diferentes áreas do ensino de Língua Portuguesa.
Refletir sobre o ensino de Língua Portuguesa no Ensino Fundamental e Médio, em seus diferentes aspectos - ensino da oralidade, atividades de leitura e produção escrita e análise lingüística, bem como sobre as concepções que norteiam os modos como se dá esse ensino e quais suas conseqüências.
PROGRAMA DA DISCIPLINA:
O ensino da Língua Portuguesa no Ensino Fundamental: situação, realidade problemática. Apresentação dos objetivos do SARESP, SAEB e Prova Brasil, critérios de avaliação e dados disponíveis para consulta aberta.
Análise crítica e criteriosa dos Parâmetros Curriculares Nacionais da Educação Básica e da proposta curricular de Língua Portuguesa para os Anos Iniciais do ensino fundamental.
Concepção de linguagem e ensino de português
Caracterização da área de Língua Portuguesa
Aprender e ensinar Língua Portuguesa na escola
Objetivos gerais da Língua Portuguesa para o ensino fundamental
Os conteúdos de Língua Portuguesa no ensino fundamental
Critérios de Avaliação
Primeiro Ciclo
Segundo Ciclo
Capacidades lingüísticas: alfabetização e letramento
Pressupostos da aprendizagem e do ensino da alfabetização
As capacidades lingüísticas da alfabetização’’
Alfabetização e letramento: questões sobre a avaliação
Concepções atuais em relação à avaliação
A organização do tempo pedagógico e o planejamento do ensino
Os tempos da leitura na sala de aula
Os tempos da escrita na sala de aula
Planejamento
Organização e uso da biblioteca escolar e das salas de leitura
Biblioteca escolar
Atividades de leitura
Uso do dicionário
O lúdico na sala de aula: projetos e jogos
Almanaque para crianças: o livro que até os professores gostariam de ter
Mais brincadeiras ...lendo e escrevendo
Cantar também faz rir e brincar
Jogar para compreender o sistema de escrita alfabética e dominar as suas convenções
O livro didático em sala de aula: algumas reflexões
Antigos e novos livros didáticos de língua portuguesa e alfabetização
As mudanças nos livros didáticos de alfabetização e o processo ensino-aprendizagem
O livro didático de Língua Portuguesa das séries iniciais do ensino fundamental e as mudanças no foco do ensino-aprendizagem
A escolha do livro didático: uma decisão importante sobre a sua qualidade
O uso dos livros didáticos de alfabetização e de língua portuguesa
Modos de falar, modos de escrever
A construção do texto coletivo em sala de aula
A monitoração na fala e na escrita
Lendo histórias infantis em sala de aula
Atividades relacionadas à identidade: possíveis contribuições ao desenvolvimento lingüístico, afetivo e social do aluno
A contribuição da leitura na formação lingüística do aluno e na sua constituição como sujeito leitor
Textos de alfabetizandos: uma reflexão sobre os fatores discursivos e lingüísticos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ensino de 1ª a 4ª séries. Brasilia: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: ensino de 5ª a 8ª séries. Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: de Ensino Médio. Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e Leitura. 1 ed. 1990, São Paulo: Cortez
SMOLKA, A. L. e GOES, C. A Linguagem e o Outro no Espaço Escolar. Vygotsky. e a Construção do Conhecimento. Campinas: Papirus, 1993.
TEBEROSKY, A. e TOLCHINSKY, L. Além da Alfabetização. 1 ed. São Paulo: Ática, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. A Psicogênese da Língua Escrita. 1 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999
ESTRATÉGIAS:
Aula expositiva dialogada, pequenos grupos, debate, seminário, vídeos, apresentações de pesquisas em grupos, elaboração de planos de aulas, simulação de aulas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Exposição oral em seminários, participação, trabalhos de pesquisa, elaboração de material, planos de aulas; avaliação mensal e avaliação integradora (previstos no Calendário da Faculdade).
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Fundamentos Sócio-antropológicos
PLANO DE ENSINO
Curso: PEDAGOGIA
Disciplina: Fundamentos Sócio-Antropológicos da Educação
Carga horária semanal: 4 Ano: 2008
Turma: PD 03
Carga horária total: 80
Docente: Liliana Pace
Coordenador (a): Patrícia Salvador Segura
Descrição: Fundamentos Sócio-Antropológicos da Educação
Título: Fundamentos Sócio-Antropológicos da Educação
Ementa:
Objetivos específicos:
Conteúdos do plano de ensino:
Antropologia Social e Antropologia Cultural: distinção entre natureza e cultura; o cultural e o social: sua evolução sob o ângulo dos processos de contato, difusão, interação e aculturação – método: observação direta dos comportamentos dos indivíduos e das instituições.
Trabalhos individuais e grupais;
Leitura crítica de textos;
Debates sobre questões atuais;
Seminários;
Livros e apostilas;
Vídeos;
Internet;
Jornais e revistas
Lousa e giz
Avaliação
Seminários;
Debates- discursos argumentativos
Trabalhos individuais e grupais;
Avaliação integradora.
DURKHEIM, Émile – “Educação e Sociologia”. São Paulo, Melhoramentos, FENAME: 1984
KRUPPA, Sônia Maria Portella – “Sociologia da Educação”. São Paulo, Cortez: 1998;
LAKATOS, Eva Maria – “Sociologia Geral”. São Paulo, Atlas: 1985;
LAPLANTINE, François – “Aprender Antropologia”. São Paulo, Coleção Primeiros Passos, Brasiliense: 1997
SAVIANI, Demerval – “Escola e Democracia”. 35ª ed., São Paulo, Cortez: Autores Associados, 1997
FREIRE, Paulo – “Educação como Prática de Liberdade”. Rio de Janeiro, Paz e Terra: 1982
TORRES, Carlos Alberto – “Educação e Democracia”. São Paulo, Cortez, Autores Associados, 2003
Iguape, 28 de janeiro de2008 CLIQUE AQUI PARA LER POR INTEIRO E ANTES DE IMPRIMIR
Texto Regimental
TÍTULO I – DO INSTITUTO E SEUS OBJETIVOS
TÍTULO II – DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO INSTITUTO
CAPITULO I – DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO
CAPÍTULO II – DO CONSELHO SUPERIOR
Seção I – Da Constituição
Seção II – Do Funcionamento
Seção III – Da Competência
CAPÍTULO III – DA COORDENADORIA GERAL
CAPÍTULO IV – DO COLEGIADO DE CURSO
Seção I – Da Constituição
Seção II – Do Funcionamento
Seção III – Da Competência
CAPÍTULO V – DA COORDENAÇÃO DE CURSO
TÍTULO III – DA ATIVIDADE ACADÊMICA
CAPÍTULO I – DO ENSINO
Seção I – Dos Cursos
CAPÍTULO II – DAS ATIVIDADES DE PESQUISA E EXTENSÃO
TÍTULO IV – DO REGIME ESCOLAR
CAPÍTULO I – DO ANO LETIVO
CAPÍTULO II – DO PROCESSO SELETIVO
CAPÍTULO III – DA MATRÍCULA
CAPÍTULO IV – DA TRANSFERÊNCIA E DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS
CAPÍTULO V – DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESCOLAR
CAPÍTULO VI – DOS ESTÁGIOS
TÍTULO V – DA COMUNIDADE ACADÊMICA
CAPÍTULO I – DO CORPO DOCENTE
CAPÍTULO II – DO CORPO DISCENTE
CAPÍTULO III – DO CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
TÍTULO VI – DO REGIME DISCIPLINAR
CAPÍTULO I – DO REGIME DISCIPLINAR EM GERAL
CAPÍTULO II – DO REGIME DISCIPLINAR DO CORPO DOCENTE
CAPÍTULO III – DO REGIME DISCIPLINAR DO CORPO DISCENTE
TÍTULO VII – DOS TÍTULOS E DIGNIDADES ACADÊMICAS
TÍTULO VIII – DAS RELAÇÕES COM A ENTIDADE MANTENEDORA
TÍTULO IX – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 3º O Instituto, como instituição da educação superior, tem por objetivos:
II- congregar cursos de formação de professores, oferecidos em nível superior, em curso de licenciatura de graduação plena, bem como outros programas especiais em seus diversos níveis;
III- produzir e difundir o conhecimento referente aos processos de ensino e aprendizagem relacionados à educação básica e à educação escolar como um todo;
IV- preparar docentes com base na constituição de competências, habilidades, atitudes, valores e na aquisição, construção e produção de conhecimentos indispensáveis a sua formação;
V- incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da educação e da tecnologia e da criação e difusão da cultura e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive, com vistas a uma ação consciente sobre a realidade através da educação;
VI- suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, possibilitando a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que serão adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;
VII- estimular o conhecimento dos problemas educacionais mundiais, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
VIII- promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;
IX- promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição; e
X- estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;
Art. 4º A administração do Instituto é composta pelos seguintes órgãos:
I- Conselho Superior;
II- Coordenadoria Geral;
III- Colegiado de Curso;
IV- Coordenação de Curso.
§ 1º O Conselho Superior e o Colegiado de Curso funcionam com a presença da maioria absoluta de seus membros e decide por maioria de voto dos presentes.
§ 2º O presidente do Conselho Superior participa da votação e, no caso de empate, terá o voto de qualidade.
§ 4º As reuniões se realizam em datas pré-fixadas ou convocadas com antecedência mínima de 24 horas, salvo em caso de urgência, constando da convocação a pauta dos assuntos.
§ 5º Das reuniões é lavrada ata, lida e assinada pelos membros presentes na mesma sessão ou na seguinte.
I- pelo Coordenador Geral, seu presidente nato;
II- pelos coordenadores dos cursos;
III- por dois representantes docentes;
IV- por um representante discente;
V- por um representante do corpo técnico – administrativo;
VI- por um representante da Entidade Mantenedora.
Parágrafo único. O mandato dos membros do Conselho Superior, descritos nos incisos IV e V deste artigo, é de um ano.
Seção III
Art. 8o Compete ao Conselho Superior:
II- deliberar sobre os assuntos que lhe forem submetidos pela Coordenadoria Geral;
III- decidir em grau de recurso os casos que lhe forem afetos;
IV- aplicar penalidade dentro de sua competência;
V- aprovar o regimento, com seus respectivos anexos, submetendo-o aos órgãos competentes do Ministério da Educação;
VII- sugerir a criação, modificação e extinção de cursos e programas obedecendo a legislação em vigor;
IX- aprovar o calendário escolar; e
X- exercer as demais atribuições decorrentes da legislação em vigor e deste regimento.
Art. 10. O Coordenador Geral é escolhido pela mantenedora.
Art. 11. O mandato do Coordenador Geral é de quatro anos, admitida à recondução.
Art. 12. São atribuições do Coordenador Geral:
I- representar o Instituto junto às pessoas ou instituições públicas ou privadas;
II- convocar e presidir as reuniões do Conselho Superior;
III- encaminhar à mantenedora expediente com deliberações dos órgãos técnicos que dependem de aprovação desta;
IV- propor à mantenedora contratação e dispensa de pessoal docente e técnico-administrativo;
V- elaborar o plano anual de atividade do Instituto e submetê-lo à aprovação do Conselho Superior;
VI- conferir grau, assinar diplomas, títulos e certificados escolares;
VII- propor ao Conselho Superior, ao Colegiado de Curso e à Mantenedora as medidas que julgar necessárias ao bom andamento dos trabalhos escolares e ao fiel cumprimento dos objetivos do Instituto;
VIII- zelar pela execução das deliberações aprovadas pelos demais órgãos competentes do Instituto, especialmente o calendário escolar e os planos de ensino e cooperação;
IX- expedir instruções, regulamentos, portarias, ordens de serviços e demais atos de natureza administrativa;
X- designar comissões para desempenho de funções especiais;
XI- dar posse aos coordenadores de cursos;
XII- autorizar publicações, sempre que estas envolvam responsabilidade do Instituto;
XIII- cumprir e fazer cumprir este regimento;
XIV- exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e neste regimento; e
XV- resolver os casos omissos neste regimento “ad referendum” do Conselho Superior.
I- pelo Coordenador do curso, seu presidente;
II- por cinco professores do curso, eleitos pelos seus pares; e
III- por um representante do corpo discente do curso.
Parágrafo único. O mandato dos membros dos incisos II e III é de um ano.
I- aprovar o projeto pedagógico do curso;
II- deliberar sobre os projetos relativos aos cursos de aperfeiçoamento, extensão, atualização e treinamento;
III- aprovar o plano geral de atividades do curso;
IV- avaliar o desempenho do corpo docente;
V- deliberar sobre propostas de medidas disciplinares contra o pessoal docente, encaminhadas pelo curso;
VI- deliberar sobre normas de prestação de serviços à comunidade relacionadas com o curso;
VII- acompanhar o processo de aprendizagem do corpo discente;
VIII- deliberar sobre alterações e/ou modificações do currículo do curso com observância das diretrizes curriculares;
IX- aprovar os projetos de ensino, pesquisa e extensão considerados relevantes para a melhoria da qualidade do ensino;
X- aprovar o relatório das atividades encaminhado pelo coordenador de curso;
XI- aprovar normas e regulamentos referentes a estágio, monografia, atividades complementares e extra-classe, bem como de outras práticas pedagógicas; e
XII- exercer as demais atribuições decorrentes da legislação em vigor e deste regimento.
§ 1º O Coordenador de curso é escolhido pelo Coordenador Geral.
§ 2º Na escolha do Coordenador de curso é observada a experiência acadêmico-administrativa e a disponibilidade de horário para a instituição.
I- distribuir encargos de ensino, pesquisa e extensão entre seus professores, respeitadas as especialidades e coordenar-lhes as atividades;
II- aprovar, acompanhar e arquivar os programas e planos de ensino das disciplinas do curso, apresentados, obrigatoriamente, pelos professores;
III- organizar, semestralmente, o plano geral de suas atividades e submetê-lo ao Colegiado de Curso;
IV- adotar providências para o constante aperfeiçoamento do seu pessoal docente;
V- promover e estimular a prestação de serviços à comunidade;
VI- elaborar e executar, após aprovação pelo Colegiado de Curso os projetos de ensino, pesquisa, extensão, de atualização e de treinamento propostos pelos professores considerados relevantes para a melhoria da qualidade do ensino;
VII- emitir parecer sobre aproveitamento de estudos e adaptações de disciplinas;
VIII- opinar sobre admissão, promoção e afastamento de seu pessoal docente;
IX- organizar, coordenar e supervisionar os estágios;
X- sugerir alterações e/ou modificações no currículo do curso obedecida a legislação em vigor;
XI- elaborar em conjunto com os professores o projeto pedagógico do curso mantendo-o sempre atualizado;
XII- manter atualizado um banco de dados de seus professores contendo dados cadastrais, funcionais e acadêmicos;
XIII- encaminhar à direção as sugestões dos docentes relacionadas com aquisições de títulos para biblioteca, equipamentos e recursos materiais e tecnológicos; e
XIV- exercer as demais competências previstas em lei e neste regimento.
Art. 18. São atribuições do Coordenador de curso:
I- convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso;
II- representar o curso junto às autoridades e órgãos do Instituto;
III- supervisionar e fiscalizar a rigorosa observância do regime escolar, a execução dos programas, planos de cursos e estágios, verificando a assiduidade e as atividades dos professores;
IV- apresentar, anualmente, ao Colegiado de curso e à Coordenação Geral, o relatório de suas atividades;
V- sugerir a contratação, substituição ou dispensa do pessoal docente; e
VI- exercer as demais atribuições que o cargo de coordenador exige, ou decorrente de disposições legais, estatutárias e regimentais.
I- seqüenciais;
II- graduação;
III- pós-graduação; e
IV- extensão.
Parágrafo único. Os estudos realizados nos cursos seqüenciais podem ser aproveitados nos demais cursos de graduação, obedecidos a critérios relativos ao nível de ensino, conteúdo programático e duração.
Parágrafo único. Para cada curso de graduação é organizado um currículo pleno, de acordo com as diretrizes curriculares emanadas pelo Poder Público, devendo, em qualquer caso, ser integralmente cumprido pelo aluno, para obtenção do grau acadêmico.
§ 1º Os cursos de pós-graduação “lato sensu”, especialização, aperfeiçoamento e outros, obedecem a plano específico, elaborados de acordo com a legislação.
§ 2º Os cursos de pós-graduação “stricto sensu”, mestrado e doutorado, conferindo os graus de mestre e doutor respectivamente, de acordo com a área acadêmica ou profissional correspondente, obedecem a legislação em vigor.
Art. 25. Os cursos de extensão são destinados a divulgar informações, ampliar, atualizar e aprofundar conhecimentos e desenvolver práticas afins aos conteúdos dos cursos de graduação e são abertos a candidatos que satisfaçam os requisitos exigidos e próprios de cada curso.
Art. 26. Cabe à Coordenação de Curso a elaboração dos projetos dos cursos de extensão, atualização e treinamento, bem como, o acompanhamento e a avaliação dos mesmos.
§ 1º O período letivo prolongar-se-á sempre que necessário para que se completem os dias letivos previstos, bem como para o integral cumprimento do conteúdo e da carga horária estabelecidos nos programas das disciplinas.
§ 3º O Instituto de acordo com a legislação vigente torna público o catálogo de cursos, com todo o detalhamento definido na legislação e informará aos interessados, antes de cada período letivo, os programas dos cursos e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaliação, obrigando-se a cumprir às respectivas condições.
Art. 30. As atividades do Instituto são escalonadas anualmente em calendário escolar e aprovadas pelo Conselho Superior.
§ 1º As vagas oferecidas para cada curso são as autorizadas pelo Órgão Federal Competente.
§ 2º As inscrições para o processo seletivo serão abertas em edital, do qual constarão os cursos oferecidos com as respectivas vagas, os prazos de inscrição, a documentação exigida para a inscrição, a relação de provas, os critérios de classificação e de desempate e demais informações exigidas pela legislação em vigor.
Art. 32. O processo seletivo abrange conhecimentos comuns às diversas formas de escolaridade do Ensino Médio, sem ultrapassar este nível de complexidade.
Art. 33. A classificação faz-se pela ordem decrescente dos resultados obtidos, sem ultrapassar o limite de vagas fixado, excluídos os candidatos que não obtiverem os níveis mínimos estabelecidos pela legislação vigente.
§ 1º A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realiza o concurso, tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la ou, em o fazendo, não apresentar a documentação regimental completa, dentro dos prazos fixados.
§ 2º Na hipótese de restarem vagas não preenchidas, poderá realizar-se novo processo seletivo ou nelas poderão ser recebidos alunos transferidos de outro curso ou instituição, ou portadores de diploma de graduação.
Art. 34. O Instituto poderá celebrar convênio com outras instituições para a realização do processo seletivo.
Art. 36. A matrícula é feita por série ou módulo, no curso pretendido, quando regimentalmente reconhecido o direito deste ato.
Art. 37. A matrícula é renovada anualmente ou semestralmente, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho Superior, nos prazos estabelecidos no Calendário Escolar pela Coordenadoria Geral.
§ 2º O requerimento de renovação de matrícula é instruído com o comprovante de pagamento ou de isenção das contribuições ou taxas devidas, bem como da quitação de débitos anteriores, além de prova de quitação com as obrigações eleitorais, militares e civis, quando for o caso.
Art. 38. É concedido o trancamento da matrícula para o efeito de, interrompidos os estudos, manter o aluno, com sua vinculação à Instituição e seu direito à renovação de matrícula no prazo fixado.
Parágrafo único. O trancamento de matrícula é concedido, se requerido nos prazos estabelecidos, por tempo expressamente estipulado no requerimento e nunca superior, no seu total, à metade da duração do curso em que se encontre matriculado o requerente.
Art. 39. É concedido o cancelamento de matrícula mediante requerimento pessoal.
§ 1º Em caso de servidor público, civil ou militar, removido “ex officio”, para a sede da Instituição, de seus dependentes e de estudantes que se transfiram de domicílio para exercer cargo público, a matrícula é concedida independente de vaga e de prazos, nos termos da lei.
§ 2º O requerimento de matrícula por transferência é instruído com documentação constante no Edital próprio, além do histórico escolar do curso de origem, programas e cargas horárias das disciplinas nele cursadas com aprovação e/ou reprovação, dependência e outros.
§ 3º A documentação pertinente à transferência, necessariamente original, tramitará diretamente entre as instituições.
Art. 41. O aluno transferido está sujeito às adaptações curriculares que se fizerem necessárias, aproveitados os estudos realizados com aprovação no curso de origem, se equivalentes, nos termos das normas internas e da legislação.
Parágrafo único. O aproveitamento de estudos é concedido a requerimento do interessado e as adaptações são determinadas nos termos do plano de estudos elaborados, observadas as normas aprovadas pelo Conselho Superior e a legislação pertinente.
Art. 42. Em qualquer época, a requerimento do interessado, a Instituição concede transferência aos alunos nela matriculados.
Parágrafo único. Não é concedida transferência a aluno que se encontre respondendo a sindicância, inquérito administrativo ou cumprindo penalidade disciplinar, nos termos da legislação.
Art. 43. O aproveitamento de estudos para os casos de alunos que ingressam na Instituição nos moldes previstos no § 1º do art. 40 é regulado por norma específica aprovada pelo Conselho Superior.
Art. 45. A freqüência às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas.
Art. 46. O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares e no exame final.
§ 1º O exame final, realizado ao fim do período letivo, visa à avaliação da capacidade do domínio do conjunto da disciplina e consta de prova escrita.
§ 2º Além das avaliações previstas no art. 46, o Instituto poderá fazer uma avaliação integradora, com conteúdo acumulativo, para todas as séries dos cursos, segundo normas estabelecidas pelo Colegiado Superior.
Art. 48. Atendida em qualquer caso a freqüência mínima de setenta e cinco por cento às aulas e demais atividades escolares, é aprovado:
I - Independentemente de exame final, o aluno que obtiver nota de aproveitamento não inferior a seis, correspondente à média ponderada das notas dos exercícios escolares e da avaliação integradora, segundo normas estabelecidas pelo Conselho Superior; e
II - Mediante exame final, o aluno que, tendo obtido nota de aproveitamento inferior a seis, porém não inferior a cinco, obtiver média final não inferior a seis, correspondente à média aritmética entre a nota de aproveitamento e a nota do exame final.
Art. 49. O aluno reprovado em até duas disciplinas na série anterior, poderá cursá-las em regime especial de dependência, obedecendo as normas fixadas pelo Conselho Superior.
§ 1º A Instituição poderá oferecer cursos ou disciplinas em horários especiais, com metodologia adequada para os alunos em dependência ou adaptação, em períodos e na forma que se compatibilizem com as suas atividades regulares, estabelecidos pela Coordenação de Curso e aprovados pelo Conselho Superior.
§ 2º Os alunos reprovados em três ou mais disciplinas, matriculam-se na mesma série que estavam cursando essas disciplinas, não podendo, entretanto, cursar outras, da série seguinte, ficando dispensados de cursar aquelas em que já obtiveram aprovação.
§ 3º Não se admite nova promoção com dependência de disciplina(s) de série não imediatamente anterior.
Parágrafo único. Para cada aluno é obrigatória a integralização da carga horária total do estágio, prevista no currículo do curso, nela podendo incluir as horas destinadas ao planejamento, orientação paralela e avaliação das atividades.
Art. 51. Os estágios são supervisionados por docentes designados pela Coordenação de Curso.
Parágrafo único. Os estágios obedecem a regulamentos próprios, aprovados pelo Colegiado de Curso respectivo.
§ 1º Os professores visitantes ou colaboradores terão suas atribuições e encargos definidos em normas específicas, aprovadas pela Coordenação Geral.
§ 2º Os professores visitantes ou colaboradores serão contratados em caráter eventual e temporário para ministrar cursos, disciplinas ou atividades de magistério superior, por período não superior a dois anos.
§ 3º Os professores visitantes ou colaboradores poderão ingressar no Plano de Carreira Docente se, após o período contratado, houver vaga disponível e verificado o cumprimento dos requisitos exigidos em cada caso, nível ou classe funcional.
Art. 53. Os professores são contratados pela mantenedora, segundo o regime das leis trabalhistas, observados os critérios e normas do Plano de Carreira Docente.
Art. 54. São atribuições do professor:
I- elaborar o plano de trabalho de sua disciplina, submetendo-o à aprovação da coordenação de curso;
II- orientar, dirigir e ministrar o ensino de sua disciplina cumprindo-lhe integralmente o programa e a carga horária;
III- organizar e aplicar os instrumentos de avaliação do desempenho e julgar os resultados apresentados pelos alunos;
IV- entregar à Secretaria Geral os resultados das avaliações, dentro dos prazos fixados;
V- observar o regime disciplinar do Instituto;
VI- elaborar e executar projetos de pesquisas;
VII- participar das reuniões e trabalhos dos órgãos colegiados a que pertencer e de comissões para as quais for designado, além de participar, integralmente, dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;
VIII- recorrer das decisões dos órgãos deliberativos ou executivos;
IX- colaborar com as atividades de articulação e integração da instituição com a comunidade;
X- participar da elaboração da proposta pedagógica do curso;
XI- acompanhar e zelar pela aprendizagem dos discentes; e
XII- exercer as demais atribuições que lhe forem previstas em lei e neste regimento.
Art. 55. Nos cursos de natureza presencial, a freqüência docente às atividades acadêmicas é obrigatória, sujeito o docente às sanções previstas neste regimento.
§ 1º O aluno regular é o aluno matriculado em curso de graduação.
§ 2º O aluno não regular é o aluno inscrito em curso de aperfeiçoamento, de especialização ou de extensão, ou em disciplinas isoladas de qualquer um dos cursos oferecidos regularmente pela entidade, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho Superior.
Art. 57. São direitos e deveres do Corpo Discente:
I- freqüentar as aulas e demais atividades curriculares aplicando-se com máximo interesse no seu aproveitamento;
II- utilizar os serviços educacionais, administrativos e técnicos oferecidos pela Instituição;
III- votar e ser votado, na forma da lei, nas eleições para os órgãos de representação estudantil;
IV- recorrer de decisões dos órgãos deliberativos ou executivos;
V- observar o regime escolar e disciplinar e comportar-se, dentro e fora da Instituição, de acordo com os princípios éticos condizentes;
VI- zelar pelo patrimônio do Instituto;
VII- efetuar pontualmente o pagamento das taxas e contribuições devidas como remuneração dos serviços educacionais recebidos, nos prazos fixados e submeter-se às normas legais pertinentes no caso de não cumprimento dessas obrigações.
Art. 59. O Instituto zela pela manutenção de padrões de recrutamento e condições de trabalho condizentes com sua natureza de instituição educacional, bem como oferece oportunidade de aperfeiçoamento técnico-profissional a seus funcionários.
Art. 61. Constitui infração disciplinar punível, na forma deste regimento, o desatendimento ou transgressão do compromisso a que se refere o artigo anterior.
I- na aplicação das sanções disciplinares, será considerada a gravidade da infração, à vista dos seguintes elementos:
a) primariedade do infrator;
b) dolo ou culpa;
c) valor do bem moral, cultural ou material atingido;
d) grau de autoridade.
II- ao acusado é sempre assegurado o direto de defesa;
III- a aplicação ao aluno de penalidade que implique em afastamento temporário ou definitivo das atividades acadêmicas é precedida de processo disciplinar, mandado instaurar pelo Coordenador geral;
IV- em caso de dano material ao patrimônio do Instituto, além da sanção disciplinar aplicável, o infrator é obrigado ao ressarcimento.
I- advertência;
II- repreensão; e
III- demissão.
Art. 64. A pena de repreensão é aplicada no caso de falta de cumprimento dos deveres como professor.
Art. 65. As penas de advertência e repreensão são da competência do Coordenador Geral e a de demissão da entidade mantenedora, por proposta do Coordenador Geral.
I- advertência por:
a) desobediência às determinações do Coordenador ou membro do corpo docente ou administrativo;
b) perturbação da ordem no recinto do Instituto;
II- repreensão por :
a) reincidência nas faltas previstas no inciso I;
b) desrespeito aos diretores, aos membros do corpo docente e ao corpo administrativo;
c) uso de bebidas alcoólicas, entorpecentes ou psicotrópicos no recinto do Instituto.
III- suspensão por:
a) reincidência nas faltas no inciso II;
b) ausência coletiva às aulas;
c) ofensa ou agressão a outro colega;
d) atos desonestos, incompatíveis com a dignidade acadêmica;
e) danos causados ao patrimônio moral, cientifico, cultural ou material do Instituto.
IV- desligamento por:
a) injúria ou agressão aos coordenadores, ao corpo docente ou aos funcionários administrativos;
b) prática de atos definidos por lei como crime ou contravenção punida com pena privativa de liberdade;
c) incitação à subversão da ordem e do bom andamento das atividades escolares.
Art. 67. São competentes para aplicação das penalidades o Coordenador Geral e os Coordenadores de Cursos.
Art. 68. Da aplicação das penalidades, cabe recurso ao Conselho Superior.
Art. 69. O registro de penalidades aplicadas é feito em livro ou impresso próprio, não constando do histórico escolar.
Art. 71. Os graus acadêmicos são conferidos pelo Coordenador, em sessão pública e solene na qual os graduandos prestam compromisso na forma da lei.
Parágrafo único. Ao concluinte que requerer colação de grau, em data especial, é conferido o grau em ato simples, na presença de três professores, em local e data determinados pelo Coordenador.
Art. 73. Compete precipuamente à Entidade Mantenedora promover adequadas condições de funcionamento das atividades da Instituição, colocando-lhe à disposição os bens móveis e imóveis necessários, de seu patrimônio ou de terceiros a ela cedidos, e assegurando-lhe os suficientes recursos financeiros para custeio das suas finalidades, nos termos do plano orçamentário aprovado.
§ 1º À Entidade Mantenedora reserva-se a administração orçamentária, patrimonial e financeira do Instituto, podendo delegá-la no todo ou em parte, ao Coordenador Geral.
§ 2º Dependem de aprovação da Entidade Mantenedora as decisões dos órgãos colegiados ou da Coordenadoria Geral que importem em aumento de despesas ou custos, previstos ou não, no plano orçamentário.
§ 3º As unidades mantidas gozam de autonomia nos assuntos didático-pedagógicos, para o seu bom desempenho.
§ 4º Os convênios interinstitucionais e contratos de prestação de serviços educacionais firmados entre alunos e a instituição, serão assinados pela entidade mantenedora ou pela Coordenação Geral da Instituição com específica delegação de competência.
Art. 75. As taxas e semestralidades escolares são fixadas pela mantenedora atendidos os critérios estabelecidos pela legislação vigente.
Art. 76. Este regimento entra em vigor na data de sua aprovação pelos órgãos competentes do Ministério da Educação, aplicando-se as disposições que importarem em alteração da estrutura curricular e do regime escolar a partir do ano ou semestre letivo subseqüente ao ano ou semestre da aprovação.
Iguape, 17 de maio de 2005. CLIQUE AQUI PARA LER POR INTEIRO E ANTES DE IMPRIMIR




